O desenvolvedor web que nunca usou uma imagem de 1px para formatar uma página, que atire a primeira pedra. Ops, vai doer!
Sabemos que há uma guerra contínua entre os fabricantes dos principais browsers do mercado, e o saldo desta batalha de titãs, são padrões e novas funcionalidades do HTML e CSS, surgindo num ritmo acelerado. Estamos num momento promissor pra programação front-end.
Neste artigo vou falar um pouco sobre uma nova tendência, de como desenvolver com uma metodologia de “melhorias progressivas”.
Sabemos que padrões web como HTML5 e CSS3, não tem suas propriedades suportadas para todos navegadores do mercado. Então por que ainda temos a preocupação, de que o design de seu site deva renderizar ( ser exibido ) igual em todos eles.
Graded Browser Support, é a nomenclatura usada pelo Yahoo ( www.developers.yahoo.com/yui/articles/gbs ), para esta prática que se tornou definição comum do suporte gradual a navegadores. Abordagem que significa usar propriedades experimentais client-side, em elementos não críticos e fundamentais da sua estrutura de design, sem se preocupar se elas serão ignoradas em browsers mais antigos e não suportados.
Este conceito moderno, tem em sua essência, forçar os padrões web futuramente, melhorando a acessibilidade sem perder funcionalidade. Com isso, a degradação do design em navegadores antigos, se torna mais suave. É óbvio que nunca teremos a mesma experiência de navegação, entre um Konqueror e o Mozilla Firefox 8, mesmo que ambos sejam suportados.
Em suma, evitamos sujar o markup com hacks antigos, antes necessários pra uma tentativa frustrada, de alcançar resultados exatamente iguais . Então vamos falar de alguns exemplos práticos.
O atributo CSS3 border-radius, por exemplo, garantirá que no futuro, designers nunca mais precisem do Photoshop para editar cantos arredondados. Este é um exemplo básico nas especificações do W3C:
#seletorCSS {
border-radius: 10px;
}
Cada navegador tem seu prefixo CSS3, uma vez que as especificações vem sendo adicionadas gradativamente nos navegadores.
Este link tem uma abordagem mais técnica de como usar o border-radius, uma vez que meu objetivo não é aprofundar na sintaxe, e sim enfatizar que devemos usá-la sem preocupação. Note que não ficou feio sem as bordas, e que o botão não perderá sua funcionalidade de clicar =)
Imagens em PNG transparente normalmente ficam muito pesadas pra web, e seu uso quase sempre é estético. Muitos navegadores já aceitam cores no formato RGBA, com um canal Alpha de tranparência de valor entre 0 e 1, onde 1 é 100% opaco.
Os três primeiros parâmetros são referentes aos canais RGB e o quarto é o canal Alpha. No exemplo abaixo o elemento terá uma opacidade de 80%.
#seletorCSS {
background-color: rgba( 0, 0, 0, .8 ); /* fundo preto, com 80% de opacidade */
color: rgba( 0, 0, 0, .8 );
}
Note a sutileza do menu de fundo preto, que exibi apenas 20% da imagem abaixo. O IE8 entre outros navegadores mais antigos não terão suporte, mas isso também não fará diferença na navegação.
O atributo box-shadow nos permite criar sombras projetada como os softwares de edição de imagem, especificando o deslocamento horizontal e vertical da sombra, o raio de defoque e sua cor. Veja este sintaxe para cores RGBA:
#seletorCSS {
-webkit-box-shadow: 1px 2px 5px 0px rgba(0, 0, 0, 0);
-moz-box-shadow: 1px 2px 5px 0px rgba(0, 0, 0, 0);
box-shadow: 1px 2px 5px 0px rgba(0, 0, 0, 0);
}
O uso de filtros pra compatilibilidade com o IE8 ou inferior eu não recomendo, exceto se o objetivo do site é visual, por que os mesmos sobrecarregam a CSS.
Outras propriedades CSS3, como gradientes, múltiplas colunas, @font face, transições, etc. são úteis e ótimas pra substituirem elementos de imagem e hacks desnecessários, otimizando seu projeto. Deixarei pra falar deles mais tarde junto com HTML5.
Dentre as ferramentas que não deixo de usar mais, está a CSS3 Generator. Como o nome diz, ajuda e muito a criar as propriedade CSS3 com seus devidos prefixos e precisão na compatibilidade.
O Addon Firebug do Firefox é fundamental pra debugar, editar e monitorar o CSS e HTML. Facilita muito a vida na hora que u m valor de atributo sobrescreve o outro, deixando você horas pra saber que diabos aconteceu <o>. O Chrome tem uma ferramenta de desenvolvedor nativa, e seu debugger exibe em tempo real os elementos sendo modificados pela CSS … Awesome!
Designers e desenvolvedores formadores de opinião! Devemos divulgar esta prática e espalhar este conceito. Rezamos pela morte do IE7, e por um futuro, onde um projeto web realmente não precise ser visto igual em todos navegadores da galáxia.
Chegou nosso novo storage Dell EqualLogic e já está instalado em um de nossos racks. Esse novo storage contém 48 discos SAS de 10.000 RPM montados internamente na posição vertical, ao contrário do normal, que é na posição horizontal. Isso tudo sem deixar de ser hot-swap, ou seja, poder realizar trocas de discos sem impacto no ambiente.
Com este o novo storage temos espaço suficiente até finalizarmos a negociação com nosso novo fornecedor. Sim, o EqualLogic possui características excelentes, mas estamos por comprar um equipamento ainda mais robusto para oferecer mais capacidade em nosso ambiente de Cloud Computing.
Seguem as fotos:

O evento será realizado na Esade, unidade Cidade Baixa, à Rua Luis Afonso, 84, a poucos metros do Zaffari da Rua General Lima e Silva.
Veja a grade do evento, resumo de palestras e palestrantes no site do Debian-RS.
Fica então, nosso convite para que todos participem e, pessoalmente, conheçam os produtos que disponibilizamos atualmente. Nossa equipe de consultores, que estará no evento, terá a maior satisfação em apresentá-los a você.
O Nic .br emitiu nota a respeito da instabilidade ocorrida no PTT de São Paulo. Abaixo, segue a transcricao do texto:
Hoje (16/08/2011) entre às 17:24 e às 17:34 (UTC-3) ocorreu um evento L2 que afetou a conexão de parte dos participantes a VLAN do Acordo de Troca de Tráfego Multilateral (ATM) IPv4.
O evento foi resultado de uma somatória de alguns eventos operacionais independentes e de falha em um dos nossos equipamentos.
Uma estrutura de proteção foi prontamente acionada, o que isolou o problema e minimizou o seu impacto.
Estamos analisando em detalhes o evento, com o objetivo de isolarmos por completo a sua origem e implementarmos uma solução definitiva.
Em 2006, a TeHospedo deu um de seus mais decisivos passos e instalou seu primeiro servidor em território brasileiro. Decisivo porque tratava-se de uma aposta em que não poderia voltar atrás. Era preciso encontrar os parceiros corretos, pois seria necessário alto investimento de capital, assumindo contratos de grande valor e longa duração. Nesse momento foi preciso decidir a estratégia em relação aos hardwares, a musculatura física capaz de suportar os serviços dos clientes. As opções iniciais eram montar servidores (investimento muito menor) ou investir em servidores profissionais.
O padrão do mercado de hospedagem brasileiro, na época, era de servidores montados (formato torre ou rack). Porém, a TeHospedo decidiu apostar alto, bancando o investimento em servidores profissionais. “Se estávamos trazendo a operação para o Brasil a fim de proporcionar maior qualidade a nossos clientes, não fazia sentido dar com uma mão a velocidade e tirar com a outra a estabilidade”, lembra o Diretor Financeiro da TeHospedo, Diego Grazziotin. Para realizar este projeto, a TeHospedo procurou a Dell, companhia que sempre foi referência em qualidade e suporte a hardware. O objetivo era a compra de equipamentos profissionais que fossem capazes de oferecer a estabilidade e eficiência almejada.
A Dell apresentou suas soluções – servidores com dois processadores em formato rack, com otimização no consumo de energia, espaço e dissipação de calor, aliado às inovações de hardware, como placa interna de KVM over IP, HDs em RAID, redes e fontes redundantes. Neste momento iniciou-se uma parceria que perdura até hoje.
“A Dell sempre foi uma grande parceira. Nos impressionou muito o nível de tecnologia embarcada de seus hardwares, assim como o nível de suporte e de serviço nos momentos mais críticos. Gostamos tanto dos servidores e serviços que até hoje utilizamos exclusivamente servidores Dell em toda a nossa estrutura. Compartilhados, dedicados ou cloud, todos têm a qualidade e estabilidade dos servidores e storages Dell”, comenta Cristian Aires, hoje Diretor de Operações, que transferiu-se de Porto Alegre para São Paulo durante o primeiro ano do projeto para acompanhar pessoalmente o novo NOC.
A Dell é hoje um dos principais parceiros da TeHospedo, fornecendo servidores, storages e equipamentos de rede, sempre com a mais nova tecnologia. A TeHospedo busca a excelência nos serviços, optando sempre por equipamentos com todos os itens de redundância, além de contar com o serviço ProSupport da Dell.
Algumas horas depois do lançamento do CentOS 6 o mesmo já se encontrava baixado e disponível para clientes Cloud TeHospedo. Já testamos e está funcional. Basta contratar seu Servidor Cloud para usar a nova versão do consagrado sistema operacional. Somos, portanto, a primeira empresa do mundo a oferecer CentOS 6.0 em Cloud Computing.
As novidades do sistema estão no documento Release Notes.
Update 25/06/2011 – o lançamento foi adiado para 04/07/2011
Update 04/07/2011 – o lançamento foi adiado para 05/07/2011
Update 08/07/2011 – segundo o Blog do time de qualidade do CentOS, eles tiveram alguns contratempos, mas deve ficar disponível nos próximos dias. Manteremos nosso Blog atualizado
Update 12/07/2011 – CentOS liberado para clientes TeHospedo
Após 7 meses e 17 dias depois do Red Hat Enterprise Linux 6.0 ser lançado, o CentOS 6.0 finalmente será disponibilizado no dia 27/06/2011, segundo o calendário da equipe de desenvolvimento da distribuição. Para todas as empresas usuárias do CentOS é uma versão muito esperada, pois oferece inúmeras melhorias implementadas pela Red Hat.
Segundo dados da Wikipédia será o maior atraso na disponibilização de uma versão do CentOS, desde o lançamento, com a versão CentOS 2.0
O atraso se justifica: a versão requer inúmeros testes e a remoção manual de qualquer referência ao Red Hat Enterprise Linux. E são voluntários que fazem o trabalho. Graças a eles temos a compilação do código-fonte fornecido obrigatoriamente pela Red Hat. Uma vez que o Red Hat Enteprise Linux usa código-livre, a empresa é obrigada a fornecer o código-fonte.
A TeHospedo irá correr para ser a primeira empresa do mundo a oferecer Servidores Cloud com CentOS 6.0
Após meses de planejamento e execução, no mês de maio de 2011 terminamos a migração de todos os servidores que estavam em datacenter no exterior.
A operação ocorreu com o mínimo de downtime possível. Nessa operação foram migrados quase 10 TB de dados para dentro de nossos storages Dell EqualLogic localizados em datacenter brasileiro.
Todos os clientes que antes contavam com uma latência entre 100-120ms, agora contam com latência média de 25ms. Além de vários outros benefícios, usuários de operadoras interligadas ao PTT, como a GVT, têm acesso direto ao link TeHospedo, sem intermediários e com o máximo de velocidade possível.
Os servidores migrados foram alocados dentro de nossos Cloud Servers, em nossa nuvem privada.
Hoje os clientes de hospedagem e de revenda de hospedagem da TeHospedo são ativados somente dentro de Cloud Servers. “É a prova que a tecnologia está madura”, conta Cristian Aires, Diretor de Operações.
O próximo passo é migrar os poucos servidores que ainda não estão alocados dentro dos Cloud Servers TeHospedo. Assim a hospedagem da TeHospedo será totalmente independente de hardware.
A TeHospedo oferece servidores dedicados e Cloud Servers em sua nuvem pública de servidores. Utiliza somente servidores Dell de última geração, todos cobertos por garantia do fabricante.
Só um conhecimento rápido que muitos programadores podem ter passado desapercebidos. Qual é a diferença entre POST e GET?
<form action="http://exemple.com/form.php" method="get">
<form action="http://exemple.com/form.php" method="post">
Qual destes dois métodos devemos usar?
Mas antes, o que significa GET e POST?
Outra diferença é que no servidor web o método POST não tem um limite pequeno de bytes como o GET. Assim, se você for efetuar upload de arquivos, o método GET simplesmente não atende a necessidade.
O método GET também tem outro problema: os servidores web costumam gravar toda a URL da requisição – inclusive a query string – no arquivo de log, o famoso access_log do Apache. Isso significa que se você colocar um formulário de autenticação pelo método GET, teremos as senhas dos usuários gravadas em formato plano no arquivo de logs, inseguro, certo?
Tem mais uma questão: se você for usar um CDN – content delivery network - fica fácil controlar o cache. Em métodos POSTs, o CDN pode ser programado para não efetuar cache de tudo o que for POST. E fazer cache do que for por GET. Fica bem simples.
Tem mais algumas informações na Wikipédia sobre o assunto.
Preparamos uma lista dos principais motivos pelos quais uma empresa pode precisar de um servidor cloud.
São casos nos quais uma hospedagem de sites compartilhada não é suficiente:
Existem vantagens sobre a hospedagem de sites compartilhada! Vamos a elas:
O Load Balancer divide a carga do servidor web entre diversos servidores. Para isso temos um servidor especial, chamado Load Balancer, na frente dos demais servidores web. Esse faz todo o trabalho de distribuição baseado em algumas regras definidas em cada caso.
Nem sempre um plano de hospedagem normal irá atender as especificações de seus programadores. São aplicações escritas em PHP, ASP, .Net, Tomcat, Java, Python, Django, Ruby on Rails, que necessitam de bibliotecas especiais. Ou até mesmo capacidade de rodar serviços persistentes ou utilizar uma quantidade maior de processador.
Agências web, empresas de hosting podem ter controle total de seu ambiente.
Para rodar softwares específicos, usando tecnologias como:
A TeHospedo pode ajudar você: oferecemos Cloud Servers, servidores dedicados,
pacotes de gerenciamento completo do servidor.
Consulte também o pacote Premium, no qual com um valor reduzido
gerenciamos o servidor,
efetuamos backup períodicos em storage externo e ainda
licenciamos softwares como o
cPanel e o
R1Soft.
Estamos inaugurando a coluna Gerência de Servidores em nosso Blog. O propósito principal é difundir conhecimento para que nossos clientes de Clouds não gerenciados e Servidores Dedicados não gerenciados aumentem a qualidade de seu ambiente.
Nesse primeiro artigo, vamos falar sobre um aspecto importante na configuração de um servidor, que é o desligamento dos serviços não necessário. A idéia é desligar tudo que não for necessário e ligar somente quando e se forem necessários.
O Red Hat Enterprise Linux (RHEL) / CentOS 5.x e 6.x ativam diversos serviços por padrão, que normalmente são desnecessários para servidores web.
Entre eles, temos serviços que são úteis em apenas situações específicas.
Para realizar uma rápida limpeza, em CentOS e RHEL, vamos retirá-los dos próximos reboots:
chkconfig cups off chkconfig xfs off chkconfig gpm off chkconfig xinetd off chkconfig smartd off chkconfig bluetooth off chkconfig isdn off chkconfig yum-updatesd off
Também para desligar os serviços imediatamente:
service cups stop service xfs stop service gpm stop service xinetd stop service smartd stop service bluetooth stop service isdn stop service yum-updatesd stop
Existem outros serviços que podem ser desligados, como o iscsid, o netfs, portmap, que podem ser desligados, mas que não vou colocar aqui no tutorial, pois em muitos casos nossos clientes utilizam esses serviços e realmente precisam. Ou seja, se recomendarmos para desligar, alguns clientes podem desligar mesmo precisando. Então, fica uma dica final: no sistema operacional RHEL e CentOS, para ver a lista de serviços que serão ligados no próximo boot:
chkconfig --list | grep "3:on"
Qualquer dúvida basta comentar no post que a gente tenta esclarecer ou até criar um novo artigo no blog
Regra geral: um servidor costuma não usar mais do que 10 Mbps de banda.
Um servidor de banco de dados não precisa de 10Mbps de banda. Um servidor web pode precisar de bastante banda, mas esqueça: normalmente um único hardware não consegue processar e entregar mais do que 10Mbps de banda, tendo em vista conteúdo dinâmico sendo processado.
Então seja coerente: mais do 10Mbps pode ser um exagero. Claro que com uma aplicação bem desenvolvida e os discos certos, é possível usar mais banda, mas a regra geral é essa.
Conheça as soluções de servidores dedicados da TeHospedo
O datacenter está no Brasil? Tem um bom link de internet? Se precisar de suporte, você pode ligar para os técnicos e falar ao telefone? Na hora que precisa de suporte, trocar email ou chat é simplesmente contraprodutivo e as pessoas não se entendem. A barreira da língua numa situação emergencial não pode existir. A legalidade, o negócio com contrato que você pode confiar, de uma empresa como a TeHospedo e outros fornecedores de soluções de datacenter sérios que existem no Brasil, nada disso é substituível pela economia de alguns reais.
Conheça as soluções de servidores dedicados da TeHospedo
Existem duas tecnologias específicas em memória RAM que são importantes que você tenha em seu servidor:
São estes pequenos detalhes que aceleram ao máximo o desempenho de seu servidor e que garantem seu correto funcionamento. Se não precisa de desempenho, pelo menos não contrate servidor sem ECC; evite ficar solicitando reboot de seu servidor.
Cuidado com servidores montados, pois estes dificilmente terão estas tecnologia. Mas fique tranquilo, como a TeHospedo trabalha só com servidores Dell, os servidores de modelo R410, 1950, 2950, R610 e R710 vêm exclusivamente com memória com as tecnologias FB-DIMM e ECC.
Conheça as soluções de servidores dedicados da TeHospedo
IDE/ATA, SCSI, SATA, SAS, SSD? O que é tudo isso? Não vamos conceituar muito, vamos nos ater à prática: hoje temos SATA, SAS e SSD.
Diferença tecnológica
O que importa é que discos SAS é a junção da tecnologia SATA com a SCSI. Ou seja, tem a inteligência do SCSI com a velocidade de conexão dos discos SATA.
Velocidade dos discos
Espaço é importante em algumas necessidades. Mas no mundo web e de aplicações pesadas, que é o cenário que estamos discutindo, do que adianta espaço se não pudermos efetivamente manter o servidor operando com os discos lotados? Mais dados significa mais acessos, normalmente.
Uma informação que nossos clientes costumam saber é quantos GB de espaço sua aplicação irá usar nos próximos 2 ou 3 anos. E normalmente essa quantidade não passa de 100GB. No entanto, não costumam saber quanto de velocidade de disco, ou até mesmo processador, irão precisar.
RAID, IO e outros assuntos
Não entraremos em muitos cálculos, não é o propósito do artigo. Poderíamos falar sobre IO, discutir como converter os RPM em IO, falar sobre leitura, escrita, etc. Como calcular a quantidade de IOPS (leitura/escrita por segundo) dada a uma quantidade de discos e a um nível de RAID, mas existe uma ferramenta muito boa que ajuda nesses cálculos.
E quanto ao nível de RAID? Bem, é muita informação técnica, mas o que importa é que quantos mais discos trabalhando em conjunto, mais rápido costuma ser a operação de leitura/escrita em disco. Então, um RAID 10 com 6 discos é mais rápido que um RAID 10 com 4 discos.
E o mais importante: com os processadores mais modernos, com 8 núcleos ou 12 núcleos, esqueça que o gargalo será o processador. Normalmente será os discos. Pois os discos não evoluíram tanto quanto o processador. Aliás, não evoluíram quase nada. Note que como discos SSD (baseados em memória) são caríssimos, não estamos considerando estes ainda.
Por isso, recomendamos que se quiser usar bem 2 processadores Quad Core, invista então em 4 discos com RAID 10.
Conclusão
Por isso, preferimos recomendar o mais sensato: discos mais rápidos. Lembrando que o custo de um disco de 2000 GB SATA 7.2k é parecido com o custo de um disco SAS de 300GB 15k.
Mesmo assim, a tendência da TeHospedo é trabalhar apenas com discos SAS de 15k.
Mais artigos da série: Quanto desempenho meu servidor oferece?
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